Visita de médico à Vinhos a Descobrir, em Braga no passado fim de semana.
Muito rapidamente os neus destaques (só estive com 4 produtores)
>> A Quinta do Tamariz com vinhos bastante inovadores: um alvarinho / loureiro com idade muito equilíbrio, com frescura mas tambêm macio, que lhe permite ser vinho de piscina ou gastronómico.
A novidades, a gama my Sweet Wine, um branco e um tinto com açúcar residual por volta dos 50g (na ordem de um vinho/espumante meio seco). É um vinho muito bom, daquelas experiências que vale a pena continuar, aliás na senda dos vinhos brancos alemães de Mosel.
>> A Quimta Marquês de Belmonte gostei do varietal Fonte de Cal, mas que como é um vinho de vinhas velhas ainda será melhor para o futuro: há muito debaixo do que se aprecia hoje no vinho, que já é bem bom, que virá ao de cima e o tornará fabuloso.
Também destaco a simplicidade bem feita e expressiva do colheita Branco.
>> A Quinta do Bucheiro com um branco Malvasia Fina Reserva com grande equílibrio e uma boa harmonia entre fruta e frescura.
>> Finalmente, a Glad Wines com o vinho Pingolé Tinto: Tudo nele é muito bom: o equilíbrio álcool /acidez, a fruta, a sensação aveludado, a garrafa. A vinificação leva o prémio de madeira melhor incorporada no vinho, transforma um vinho muito bom em excelente. São apenas mil e pico garrafas produzidas, se fossem mais era forte candidato a vinho de referência do Douro como um Crasto Vinhas Velhas ou um Poeira.
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